NESTA EDIÇÃO: Morro Grande para 2 mil ou 50 mil? Nunca confie cegamente em ninguém! Carmen pode perder um secretário. Por que Amin e Júlio Garcia não vieram ao evento de Colombo? PM é bem remunerada pela segurança. A felicidade do Polaco na Avenida das Torres. O sucesso da Festa de 2026 e as expectativas para 2027.
O Amanhecer
Os organizadores do evento religioso “O Amanhecer”, da RevoChurch, foram às redes sociais informar a transferência do encontro do Morro Grande para o Estádio Vidal Ramos Júnior em razão do número de participantes. Segundo eles, os 2 mil previstos foram superados.
Fiquei confuso. Quando acontece a encenação da Paixão de Cristo, as informações dão conta de públicos que chegam a 50 mil pessoas no mesmo local. Então fica a dúvida: o Morro Grande comporta 2 mil ou 50 mil? Alguém está errando nas contas. E não é de hoje.
Inteligência Artificial
Nunca confie cegamente na Inteligência Artificial. Pelo visto, ela pretende dominar o mundo mais rápido do que imaginávamos.
O exemplo veio da propaganda dos jogos da Copa no Mercado Público Municipal. Na bandeira brasileira utilizada na divulgação, o tradicional “Ordem e Progresso” foi substituído por uma sequência de hieróglifos indecifráveis. Se a máquina já não consegue acertar a bandeira, talvez ainda não esteja pronta para assumir o comando do planeta.
Secretário
A prefeita Carmen Zanotto poderá perder, em breve, um de seus secretários.
O nome dele é cogitado para assumir a função de adjunto em uma importante secretaria estadual. O convite seria resultado da competência demonstrada e do modelo de gestão implantado em sua pasta.
Confesso que não sei se torço para que vá ou fique. Mas uma coisa é certa: o piá é bom de serviço. E quando alguém trabalha direito, logo aparece quem queira levá-lo embora.
Ausentes
A ausência do senador Esperidião Amin e do presidente da Alesc, deputado Júlio Garcia, chamou atenção no ato político realizado no Marajoara.
Amin tem manifestado apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro ao Senado e avaliou que sua presença poderia gerar interpretações desnecessárias.
Já Júlio Garcia teria entendido que o anfitrião da noite era Raimundo Colombo e que sua participação poderia ser questionada, uma vez que ambos devem disputar espaço na eleição para deputado federal.
Na política, às vezes a ausência fala mais alto que a presença.
Segurança
A Câmara de Vereadores correu para aprovar uma moção de reconhecimento ao trabalho da Polícia Militar durante a Festa do Pinhão.
E justiça seja feita: os registros de ocorrências dentro do Parque foram mínimos diante do volume de público.
Mas também convém lembrar que a taxa de segurança paga pelo município não é exatamente modesta. É aquela velha máxima: quando se paga bem, espera-se um serviço à altura. E, desta vez, ele veio.
Avenida das Torres
O vereador Polaco está em estado de felicidade plena.
Segundo relatou durante o ato de agradecimento ao deputado Júlio Garcia pelos recursos destinados à urbanização da Avenida das Torres, no mandato passado foram conquistados cerca de R$ 9 milhões em emendas parlamentares, permitindo a pavimentação de 30 ruas e a manutenção da Casa do Autista.
Já nos primeiros dezoito meses do atual mandato, o volume de recursos obtidos já alcança R$ 8 milhões.
É a diferença entre quem passa quatro anos pedindo tapa-buracos e quem corre atrás de investimentos estruturantes.
Felicidade
No sábado de encerramento das atividades do Palco Entrevero, no Mercado Público, tive a oportunidade de cumprimentar a prefeita Carmen Zanotto pelo sucesso da 36ª Festa Nacional do Pinhão.
O sorriso era de orelha a orelha. E não poderia ser diferente.
A festa superou expectativas, movimentou a cidade, atraiu visitantes e mostrou que era possível inovar sem perder a identidade do evento.
Claro que existem ajustes a serem feitos. Toda grande realização deixa aprendizados. Mas o saldo final foi amplamente positivo.
Coletiva
Por falar em Festa do Pinhão, a imprensa também tem algumas observações a fazer.
Mas, como diz o velho ditado, roupa suja se lava em casa.
Por isso, fica a expectativa pela coletiva de avaliação do evento. Será o momento adequado para que veículos de comunicação, organizadores e poder público apresentem sugestões e apontamentos.
Porque o sucesso de 2026 não pode servir de desculpa para ignorar falhas. Pelo contrário: deve ser o incentivo para fazer uma festa ainda melhor em 2027.
Era só, por enquanto!
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